É durante a guerra, parisiense e mundana, que ocorre a libertação do Homem em relação ao corpo e ao vestuário.
Tanto o homem como a mulher começam a ter uma visão mais pessoal do corpo pois ambos começam a ter mais cuidado com este. Por exemplo, as mulheres começam a ter mais atenção ao vestuário que assenta melhor com o seu tom de pele, fazendo também que com esta comece a utilizar vestidos mais curtos e leves de maneira a que defina melhor os seus traços corporais.
O homem apesar de também ter começado a adoptar outra visão do vestuário e do seu próprio físico, houve uma reacção mais demorada e moderada da parte destes. Só a partir de 1914 é que começou a haver alterações no seu vestuário, ainda que pouco significativas. Dá-se a substituição dos chapéus, dos colarinhos quebrados, da sobrecasaca e dos laços pelos fatos e gravatas.
Os homens como eram muito desleixados no aspecto físico as mulheres deixaram de os ver como homens atraentes, devido a essa falta de interesse eles começaram a adoptar hábitos mais saudáveis de alimentação e de prática desportiva. Estes tornaram a ter mais uma mudança de vestuário, desta vez um estilo mais desportivo utilizando calças de flanela e camisa aberta.
Devido ao aparecimento dos modelos e da hipótese de as pessoas se tornarem num, começaram a praticar desporto. No início houve apenas o interesse de definir o seu corpo, daí os desportos individuais aumentarem em massa e os desportos de equipas continuarem estáveis, mas com o tempo e com os conselhos das revistas de moda o desporto começou a fazer obrigatoriamente parte do quotidiano das pessoas.
Apesar da actividade física, das comidas saudáveis e um maior cuidado com a toilette, a idade era um grande inimigo do corpo. Posto isto começou-se a desenvolver cirurgias plásticas, tratamentos anti-rugas e cosméticos, entre outros, numa tentativa de preservar o corpo.

Elaborado por Ludgero
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