sexta-feira, 28 de maio de 2010

Sexualidade - Antigamente vs Actualidade

Aqui fica o trabalho elaborado pela Ana Patricia sendo o tema SEXUALIDADE

Educação - Antigamente vs Actualidade

Aqui fica o trabalho elaborado pela Ana Salomé sendo o tema EDUCAÇÃO

Beleza - Antigamente vs Actualidade

Aqui fica o trabalho elaborado pelo Ludgero sendo o tema BELEZA

Cartazes e T-Shirt utilizados para a dinamização da Feira

Para a nossa feira recorremos a 3 cartazes , 1 placar e cada elemento do grupo tinha uma T-shirt alusiva ao nosso trabalho. Aqui ficam eles:




terça-feira, 25 de maio de 2010

Feira de Área de Projecto


No passado dia 11 de Maio a Escola Secundária de Pinheiro e Rosa organizou a Feira de Área de Projecto. Esta feira consistia em mostrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano por parte de todas as turmas de 12ºAno, no âmbito da disciplina de Área de Projecto.

A nossa parte da tenda estava dividida em dois sectores distintos, um dedicado aos jovens e outro aos idosos. O sector jovem continha computadores onde mostrámos os vídeos e nosso blog, tinha também revistas alusivas aos jovens, fones etc. No sector da terceira idade constavam os jogos lúdicos aplicados na instituição onde realizámos as actividades. Constavam também objectos alusivos a eles, como ferros antigos, bonecas de trapos, toalhas de renda, xailes...

Na nossa opinião esta feira foi produtiva pois foi possível mostrar à comunidade escolar o nosso trabalho. Os professores e pais foram os que mais aderiram e os que mais se mostraram interessados acerca do nosso tema. Achamos que os conseguimos sensibilizar. Infelizmente, houve pouca adesão por parte dos alunos, talvez porque este seja um tema que não consta dos seus interesses.

No entanto foi para isto mesmo que nos empenhámos neste projecto. É importante que a população idosa seja respeitada e que todas as pessoas tenham em atenção que estes idosos fazem parte do nosso mundo, e não são menos pessoas por já terem uma certa idade. É importante que passemos tempo com eles, eles ensinam-nos muitas coisas.

Deixamos então aqui algumas fotografias da nossa feira...







Inquéritos aplicados à comunidade escolar


No 3º Período procedemos à aplicação dos inquéritos, previamente realizados, a algumas turmas de 10º, 11º e 12º da Escola Secundária de Pinheiro e Rosa. Os inquéritos abordavam questões acerca do abandono social e sobre o nosso tema, por isso pensámos que seria pertinente aplicá-los à comunidade escolar.
Deste modo, após a implementação dos inquéritos procedeu-se ao seu tratamento de dados. Tendo então os seguintes resultados.































segunda-feira, 10 de maio de 2010

Idosos ficam meses internados com ALTA à espera da família

Este artigo foi retirado do semanário SOL e fala acerca do abandono de que alguns idosos são vitimas. Achámos por isso relevante publicá-lo.

"SEXTA-FEIRA, 6 DE MARÇO DE 2009

Idosos ficam meses internados com ALTA à espera da família

Dezenas de idosos vivem nos hospitais sem precisar de cuidados de saúde. As famílias alegam falta de condições para os receber e nos estabelecimentos públicos não há vagas. Em Lisboa, está uma senhora numa cama de hospital desde Julho

Numa ronda por alguns centros hospitalares do país, a agência Lusa encontrou mais de 30 histórias de utentes que permaneciam internados apesar de já terem tido alta clínica. Quando recuperaram, algumas famílias negaram-se a levá-los para casa, desligando telemóveis e dando moradas falsas para não serem contactadas.

A maioria, no entanto, mantém uma ligação, visita o paciente e preocupa-se, mas não tem condições em casa para tomar conta do familiar. «Os idosos são como os meninos dos infantários, precisam de cuidados permanentes», lembrou Ana Paula Gonçalves, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Faro. Resultado: «O drama das famílias é enorme».

«Havia uma senhora que nos pedia que ficássemos com o pai dela. Ela gostava dele, vinha vê-lo todos os dias, mas não tinha condições para o ter em casa. Ele acabou por falecer aqui, no hospital», recordou.

Mesmo quando alertados para o perigo das infecções hospitalares, «os filhos continuam a pedir para que os pais fiquem nos hospitais», lembrou Ana Almeida, responsável pelo serviço social do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, onde estão referenciados «seis ou sete casos». A justificação dada pelas famílias é invariavelmente a falta de condições financeiras e de tempo.

Para estas, a única solução que encontram é arranjar vaga na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), uma estrutura lançada em 2006 para prestar «cuidados de saúde e apoio social» a «pessoas em situação de dependência», como define a legislação.

«A Rede fez com que as famílias deixassem de querer levar as pessoas para casa. Antes, como não tinham esta expectativa, acabavam por levá-los, agora dizem que não têm condições», lamentou Manuel Delgado, presidente do Conselho de Administração do Hospital Curry Cabral.

A presidente do Conselho de Administração do Hospital de Faro resume a situação em poucas palavras: «Acordámos tarde para o problema e agora estamos a passar um mau bocado».

Ana Paula Gonçalves acredita que «a Rede de Cuidados Continuados vai dar resposta», apesar de «ainda só existem três mil camas num país que identificou serem precisas 19 mil».

Só do Curry Cabral são encaminhados anualmente para a RNCCI cerca de 500 doentes, disse Manuel Delgado, explicando que a falta de resposta obriga a «ficar internado no hospital mais tempo».

A demora para conseguir uma vaga varia consoante os casos. Manuel Delgado garante serem apenas «30 a 60 dias», mas Ana Almeida fala em «quatro a cinco meses»: «Temos uma senhora que está cá desde Julho e só deverá ter resposta em Janeiro», exemplifica.

As assistentes sociais usam muitas vezes a RNCCI como «arma» para negociar, garantindo às famílias que a estadia em casa é temporária. No entanto, «muitos não os levam porque desconfiam destas palavras», sublinhou Manuel Delgado.

No extremo estão as famílias que dependem da «magra reforma» do idoso internado. «Sem apoios, sabem que ao levá-lo para casa vão precisar de apoio domiciliário, alimentação, medicamentos, fraldas e, por isso, não o abandonam, mas fazem grande resistência a levá-lo», referiu Ana Almeida.

Manuel Delgado garantiu, no entanto, que este não é um problema exclusivo dos desfavorecidos: «Na classe média também acontece. Não é só por falta de recursos financeiros que se recusam a ficar com o familiar idoso. São pessoas mais egoístas, menos solidárias».

As assistentes sociais «lutam diariamente» contra estas situações. «Há momentos em que desesperamos. Há quatro anos vasculhei tudo porque achava que tinha que haver alguma legislação que obrigasse estas famílias a serem responsáveis», recordou Ana Almeida.

A legislação não obriga a nada [?] e «as assistentes sociais ainda não fazem milagres», ironizou Manuel Delgado, lembrando o caso ainda mais grave dos idosos que vivem sós e não têm alternativa aos serviços públicos. Porque nos hospitais, garante o responsável, «ninguém põe os doentes na rua».

Numa ronda pelos hospitais, a Lusa descobriu 17 idosos com alta a viver no Centro Hospitalar de Lisboa Central e outros cinco no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio. Nos hospitais de São João (Porto), Faro e Garcia de Orta (Almada) os responsáveis não avançaram números, mas confirmaram a existência de casos semelhantes.

Lusa/SOL"


sábado, 8 de maio de 2010

Um dos temas do nosso estudo - Educação

A educação engloba os processos de ensinar e aprender. É um fenómeno observado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos destas.

Como base neste conceito realizou-se a elaboração da pesquisa acerca da educação, no âmbito de aprofundar a educação de antigamente.

Analisando bem, todo o conceito de educação, apercebemo-nos que educar não passa só em casa. Existe um todo de conjuntos e factores que se ligam entre si, formando redes complexas do que é aprendizagem e como esta se encontra directamente e indirectamente no nosso quotidiano.

Trabalho, escola, casa, socialização são algumas redes em que podemos encontrar já enraizada a educação.

Comecemos então por relatar o caso da educação na família com base na socialização, o papel dos pais aqui consiste em ensiná-las a ler e a escrever mas também, a controlá-las socialmente face a comportamentos com o sexo oposto e a postura que devem ter perante a sociedade.

No trabalho as crianças são “ferramentas” de ajuda depois de chegarem da escola, as meninas para se auto conservarem ficam na maioria das vezes a ajudar os pais nas suas actividades.

A escola é o local onde a figura dos pais se minimiza e a sua exigência no rigor e disciplina sobre os alunos sobressaí.

Elaborado por Ana Salomé

Um dos temas do nosso estudo - Beleza


É durante a guerra, parisiense e mundana, que ocorre a libertação do Homem em relação ao corpo e ao vestuário.

Tanto o homem como a mulher começam a ter uma visão mais pessoal do corpo pois ambos começam a ter mais cuidado com este. Por exemplo, as mulheres começam a ter mais atenção ao vestuário que assenta melhor com o seu tom de pele, fazendo também que com esta comece a utilizar vestidos mais curtos e leves de maneira a que defina melhor os seus traços corporais.

O homem apesar de também ter começado a adoptar outra visão do vestuário e do seu próprio físico, houve uma reacção mais demorada e moderada da parte destes. Só a partir de 1914 é que começou a haver alterações no seu vestuário, ainda que pouco significativas. Dá-se a substituição dos chapéus, dos colarinhos quebrados, da sobrecasaca e dos laços pelos fatos e gravatas.

Os homens como eram muito desleixados no aspecto físico as mulheres deixaram de os ver como homens atraentes, devido a essa falta de interesse eles começaram a adoptar hábitos mais saudáveis de alimentação e de prática desportiva. Estes tornaram a ter mais uma mudança de vestuário, desta vez um estilo mais desportivo utilizando calças de flanela e camisa aberta.

Devido ao aparecimento dos modelos e da hipótese de as pessoas se tornarem num, começaram a praticar desporto. No início houve apenas o interesse de definir o seu corpo, daí os desportos individuais aumentarem em massa e os desportos de equipas continuarem estáveis, mas com o tempo e com os conselhos das revistas de moda o desporto começou a fazer obrigatoriamente parte do quotidiano das pessoas.

Apesar da actividade física, das comidas saudáveis e um maior cuidado com a toilette, a idade era um grande inimigo do corpo. Posto isto começou-se a desenvolver cirurgias plásticas, tratamentos anti-rugas e cosméticos, entre outros, numa tentativa de preservar o corpo.

Elaborado por Ludgero

Um dos temas do nosso estudo - Sexualidade

- Como o sexo era visto na sociedade entre os anos 40, 50 e 60

Durante esses anos, o sexo era algo que ninguém se atrevia a falar muito. Era visto só como algo procriativo.

- As consequências das relações sexuais para a vida do casal e da mulher

Ao longo do tempo, os casais começaram-se a aperceber que a vida conjugal era desgastante e o amor começava a desmoronar-se, devido às abstinências periódicas de relações sexuais e do medo constante da mulher engravidar

- Surgimento da pílula e como esta era encarada

O medo das mulheres de engravidar e a ocorrência de inúmeros casos de infanticídio e abortos ilegais, levou ao surgimento do método contraceptivo a pílula. Ao início este método era visto como algo que iria transformar a vida amorosa do casal, sendo vista assim como uma vida de alívio sexual e obsessiva pelo sexo, quase como uma prostituição legalizada. Como é claro, estas ideias acabaram por não serem ouvidas e a pílula foi comercializada até aos dias de hoje

-Liberalização do tema da sexualidade e a liberdade feminina

Depois de a pílula ter sido comercializada, notou-se que o tema da sexualidade começou a libertar-se mais e a ser mais falado. Alem disso, a mulher, que sempre foi visto como o sexo fraco, lutou cada vez mais pela sua liberdade e igualdade de valores, tornando-se uma mulher mais autónoma e menos tradicional.

- O porquê de neste trabalho ter sido mais abordado o sexo feminino

Como já foi referido, a mulher era vista como o sexo fraco, e infelizmente ainda é vista como tal. Contudo o tema da sexualidade afectava sempre mais a mulher do que o homem, devido aos medos de estas engravidarem e por serem as mulheres que tinham a tarefa total de educar os filhos. Com as várias revoluções neste tema da sexualidade, a mulher foi a que mais lutou nesse assunto, daí o destacamento nesta pesquisa do sexo feminino.


Elaborado por Ana Patrícia

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Actividades escolhidas para a dinamização

Com o inicio da disciplina de Área de Projecto e com a escolha do nosso tema decidimos que teríamos de visitar pelo menos uma instituição e que teríamos de dinamizar algumas actividades com os "nossos idosos".
Assim sendo, ao longo dos dois períodos procedemos à escolha das actividades que iríamos realizar e quais os materiais necessários para esse efeito.
Após várias pesquisas e algumas reformulações, optámos então pelas seguintes actividades:

1º - Jogo das Imagens Erradas

Como se joga: a única coisa a fazer é identificar o que está errado na imagem, como o próprio nome do jogo indica. Na 1ª imagem falta um esqui e na 2ª imagem o telefone na mão está virado ao contrário.
Para mais exemplos:

2º Jogo - Associação de Imagens

Como se joga: estão vários cartões recortados ao meio, e seguindo este exemplo, temos de associar os pés às botas.
Para mais exemplos:

3º Jogo - Jogo da Memória
Como se joga: observar uma pessoa com muita atenção. Depois essa pessoa retira-se e modifica algo. O objectivo das outras é adivinhar o que esta tirou.

3º Jogo - Jogo do Tacto
Como se joga: por exemplo numa caixa de sapatos faz-se um buraco de modo a que a mão de uma pessoa caiba lá. Depois é só colocar um objecto qualquer lá dentro e quem estiver a jogar só pode adivinhar o tal objecto através do tacto.
Materiais utilizados na nossa dinamização: pincel, plasticina, rolha, luva, lixa, chaves, feijões, lã, esponja, dedal, pêra, algodão, maçã, banana...

4º Jogo - Jogo do Cheiro
Como se joga: nós, pedimos aos "nossos idosos" que fechassem os olhos enquanto aproximávamos algo do seu nariz. Depois era só adivinharem de que cheiro de tratava.
Materiais utilizados na nossa dinamização: limão, café, baunilha, morango, canela, hortelã, oregãos, banana, louro, menta, alecrim, eucalipto...

A última actividade foi o desenho, onde praticamente cada um pintou ou escreveu apenas o seu nome.


Em breve iremos colocar os desenhos elaborados por eles assim como as fotografias tiradas na nossa visita à instituição. Não percam...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Universidades e Academias para Idosos

Cada vez mais hoje em dia os idosos optam por voltar a estudar. Isto acontece pois deixam de trabalhar (com a chegada da reforma) e querem ocupar o seu tempo livre fazendo algo que os enriqueça mais. Assim sendo inscrevem-se nestas universidades. As universidades tem alguns objectivos, tais como integrar a 3ª idade na sociedade, fazer com que estes adquiram novos conhecimentos, etc.

A primeira universidade criada para idosos surgiu na década de 70 em França e em Portugal a Universidade Internacional para a Terceira Idade (UITI) surgiu no ano de 1096.

Deixamos aqui algumas das universidades e academias existentes em Portugal, para quem estiver interessado.
  • Academia da cultura e Cooperação (Lisboa);
  • Academia de Cultura e Cooperação - Universidade Sénior de Stª Maria da Feira;
  • Associação de Cultura e Ensino de espinho - Universidade Sénior de Espinho);
  • ACentro de Convívio dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Braga;
  • UNIATI - Universidade da Amadora para a Terceira Idade:
  • Universidade Douro Sénior do Porto;
  • UTI - Universidade de Lisboa para a Terceira Idade;
  • Universidade Minhota do autodidacta para a Terceira Idade;
  • Centro de Convívio para a Universidade Minhota do autodidacta e da Terceira Idade;
  • Centro Cultural Regional de Vila real - Universidade da Terceira Idade;

Projecto "Avósnanet"

Através de uma reportagem da SIC descobrimos o projecto "Avósnanet". Após alguma pesquisa acerca deste assunto achamos que este é um projecto com alguma relevância, pois hoje em dia os idosos são excluídos da sociedade. Ao serem excluídos da sociedade perdem também o interesse em descobrir novas coisas, em aprender algo novo.
Este projecto consiste então em fazer chegar as novas tecnologias à 3ª Idade de modo a que estes também beneficiem deste "novo mundo", mundo que antes não existia e que agora abre muitas portas novas que eles podem explorar.

Fica aqui então a reportagem:


Para mais informações sobre o projecto "Avósnanet" :

Visita à Casa de Repouso de Faro

No passado dia 27 de Maio, o nosso grupo dirigiu-se a esta instituição para desenvolver as actividades com os idosos.
Aqui fica a nossa reflexão critica sobre o trabalho lá desenvolvido...
Esta visita foi bastante produtiva e enriquecedora. Todos os elementos do grupo se empenharam bastante de modo a conseguirmos fazer com que os idosos da instituição passassem uma manhã diferente do habitual. Este era então o nosso principal objectivo, proporcionar aos idosos uns momentos divertidos, momentos esses que ficassem na sua memória.

A caminho da instituição estávamos todos muito nervosos pois não sabíamos a maneira que iríamos ser recebidos, tanto mais que a responsável que nos tinha recebido na nossa visita anterior encontrava-se de férias. Pensámos que o facto de ela estar ausente iria tornar a nossa interacção com os idosos um pouco constrangedora, no entanto foi completamente o contrário do esperado, pois ficámos mais “livres” e conseguimos estabelecer uma relação com todos eles.

Na nossa opinião esta relação estabelecida entre o grupo e eles foi muito importante porque inicialmente todos se encontravam um pouco intimidados com a nossa presença mas à medida que o tempo passou começaram a ficar mais desinibidos e a comunicar muito mais connosco.

Os jogos que foram escolhidos para os idosos desenvolverem revelaram-se ser divertidos e, por isso acabaram também por ser estimulantes. No final até houve alguns idosos que, por iniciativa própria, quiseram repetir alguns jogos.

Demos também alguma importância ao facto de duas senhoras inicialmente não se quererem juntar a nós, mas que com o desenrolar do tempo e dos jogos acabaram por se render e juntaram-se ao grupo, revelando serem muito participativas. O nosso grupo ficou contente com esta situação pois conseguimos cativar alguém que não se queria envolver connosco.

Neste grupo de catorze pessoas lidámos com idosos bastante diferentes, contribuímos para a alegria de todos eles e ajudamos também nas fraquezas de cada um dando-lhes ânimo. Esta situação ocorreu mais intensamente na parte final da nossa visita, onde cada idoso fez aquilo que lhe apeteceu e onde pudemos falar com eles individualmente, ouvindo as suas experiências.

Em suma, esta visita foi bastante importante quer para eles, quer para nós pois nós aprendemos bastante com eles esta manhã e eles de certeza que se divertiram também bastante connosco.

A melhor frase para acabar esta apreciação foi uma frase dita por uma senhora…

“Voltem para a semana”