
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Educação - Antigamente vs Actualidade
Cartazes e T-Shirt utilizados para a dinamização da Feira

terça-feira, 25 de maio de 2010
Feira de Área de Projecto



Inquéritos aplicados à comunidade escolar
No 3º Período procedemos à aplicação dos inquéritos, previamente realizados, a algumas turmas de 10º, 11º e 12º da Escola Secundária de Pinheiro e Rosa. Os inquéritos abordavam questões acerca do abandono social e sobre o nosso tema, por isso pensámos que seria pertinente aplicá-los à comunidade escolar.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Idosos ficam meses internados com ALTA à espera da família
"SEXTA-FEIRA, 6 DE MARÇO DE 2009
Idosos ficam meses internados com ALTA à espera da família
Dezenas de idosos vivem nos hospitais sem precisar de cuidados de saúde. As famílias alegam falta de condições para os receber e nos estabelecimentos públicos não há vagas. Em Lisboa, está uma senhora numa cama de hospital desde Julho
Numa ronda por alguns centros hospitalares do país, a agência Lusa encontrou mais de 30 histórias de utentes que permaneciam internados apesar de já terem tido alta clínica. Quando recuperaram, algumas famílias negaram-se a levá-los para casa, desligando telemóveis e dando moradas falsas para não serem contactadas.
A maioria, no entanto, mantém uma ligação, visita o paciente e preocupa-se, mas não tem condições em casa para tomar conta do familiar. «Os idosos são como os meninos dos infantários, precisam de cuidados permanentes», lembrou Ana Paula Gonçalves, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Faro. Resultado: «O drama das famílias é enorme».
«Havia uma senhora que nos pedia que ficássemos com o pai dela. Ela gostava dele, vinha vê-lo todos os dias, mas não tinha condições para o ter em casa. Ele acabou por falecer aqui, no hospital», recordou.
Mesmo quando alertados para o perigo das infecções hospitalares, «os filhos continuam a pedir para que os pais fiquem nos hospitais», lembrou Ana Almeida, responsável pelo serviço social do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, onde estão referenciados «seis ou sete casos». A justificação dada pelas famílias é invariavelmente a falta de condições financeiras e de tempo.
Para estas, a única solução que encontram é arranjar vaga na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), uma estrutura lançada em 2006 para prestar «cuidados de saúde e apoio social» a «pessoas em situação de dependência», como define a legislação.
«A Rede fez com que as famílias deixassem de querer levar as pessoas para casa. Antes, como não tinham esta expectativa, acabavam por levá-los, agora dizem que não têm condições», lamentou Manuel Delgado, presidente do Conselho de Administração do Hospital Curry Cabral.
A presidente do Conselho de Administração do Hospital de Faro resume a situação em poucas palavras: «Acordámos tarde para o problema e agora estamos a passar um mau bocado».
Ana Paula Gonçalves acredita que «a Rede de Cuidados Continuados vai dar resposta», apesar de «ainda só existem três mil camas num país que identificou serem precisas 19 mil».
Só do Curry Cabral são encaminhados anualmente para a RNCCI cerca de 500 doentes, disse Manuel Delgado, explicando que a falta de resposta obriga a «ficar internado no hospital mais tempo».
A demora para conseguir uma vaga varia consoante os casos. Manuel Delgado garante serem apenas «30 a 60 dias», mas Ana Almeida fala em «quatro a cinco meses»: «Temos uma senhora que está cá desde Julho e só deverá ter resposta em Janeiro», exemplifica.
As assistentes sociais usam muitas vezes a RNCCI como «arma» para negociar, garantindo às famílias que a estadia em casa é temporária. No entanto, «muitos não os levam porque desconfiam destas palavras», sublinhou Manuel Delgado.
No extremo estão as famílias que dependem da «magra reforma» do idoso internado. «Sem apoios, sabem que ao levá-lo para casa vão precisar de apoio domiciliário, alimentação, medicamentos, fraldas e, por isso, não o abandonam, mas fazem grande resistência a levá-lo», referiu Ana Almeida.
Manuel Delgado garantiu, no entanto, que este não é um problema exclusivo dos desfavorecidos: «Na classe média também acontece. Não é só por falta de recursos financeiros que se recusam a ficar com o familiar idoso. São pessoas mais egoístas, menos solidárias».
As assistentes sociais «lutam diariamente» contra estas situações. «Há momentos em que desesperamos. Há quatro anos vasculhei tudo porque achava que tinha que haver alguma legislação que obrigasse estas famílias a serem responsáveis», recordou Ana Almeida.
A legislação não obriga a nada [?] e «as assistentes sociais ainda não fazem milagres», ironizou Manuel Delgado, lembrando o caso ainda mais grave dos idosos que vivem sós e não têm alternativa aos serviços públicos. Porque nos hospitais, garante o responsável, «ninguém põe os doentes na rua».
Numa ronda pelos hospitais, a Lusa descobriu 17 idosos com alta a viver no Centro Hospitalar de Lisboa Central e outros cinco no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio. Nos hospitais de São João (Porto), Faro e Garcia de Orta (Almada) os responsáveis não avançaram números, mas confirmaram a existência de casos semelhantes.
Lusa/SOL"
sábado, 8 de maio de 2010
Um dos temas do nosso estudo - Educação
Como base neste conceito realizou-se a elaboração da pesquisa acerca da educação, no âmbito de aprofundar a educação de antigamente.
Analisando bem, todo o conceito de educação, apercebemo-nos que educar não passa só em casa. Existe um todo de conjuntos e factores que se ligam entre si, formando redes complexas do que é aprendizagem e como esta se encontra directamente e indirectamente no nosso quotidiano.
Trabalho, escola, casa, socialização são algumas redes em que podemos encontrar já enraizada a educação.
Comecemos então por relatar o caso da educação na família com base na socialização, o papel dos pais aqui consiste em ensiná-las a ler e a escrever mas também, a controlá-las socialmente face a comportamentos com o sexo oposto e a postura que devem ter perante a sociedade.
No trabalho as crianças são “ferramentas” de ajuda depois de chegarem da escola, as meninas para se auto conservarem ficam na maioria das vezes a ajudar os pais nas suas actividades.
A escola é o local onde a figura dos pais se minimiza e a sua exigência no rigor e disciplina sobre os alunos sobressaí.

Elaborado por Ana Salomé
Um dos temas do nosso estudo - Beleza
É durante a guerra, parisiense e mundana, que ocorre a libertação do Homem em relação ao corpo e ao vestuário.
Tanto o homem como a mulher começam a ter uma visão mais pessoal do corpo pois ambos começam a ter mais cuidado com este. Por exemplo, as mulheres começam a ter mais atenção ao vestuário que assenta melhor com o seu tom de pele, fazendo também que com esta comece a utilizar vestidos mais curtos e leves de maneira a que defina melhor os seus traços corporais.
O homem apesar de também ter começado a adoptar outra visão do vestuário e do seu próprio físico, houve uma reacção mais demorada e moderada da parte destes. Só a partir de 1914 é que começou a haver alterações no seu vestuário, ainda que pouco significativas. Dá-se a substituição dos chapéus, dos colarinhos quebrados, da sobrecasaca e dos laços pelos fatos e gravatas.
Os homens como eram muito desleixados no aspecto físico as mulheres deixaram de os ver como homens atraentes, devido a essa falta de interesse eles começaram a adoptar hábitos mais saudáveis de alimentação e de prática desportiva. Estes tornaram a ter mais uma mudança de vestuário, desta vez um estilo mais desportivo utilizando calças de flanela e camisa aberta.
Devido ao aparecimento dos modelos e da hipótese de as pessoas se tornarem num, começaram a praticar desporto. No início houve apenas o interesse de definir o seu corpo, daí os desportos individuais aumentarem em massa e os desportos de equipas continuarem estáveis, mas com o tempo e com os conselhos das revistas de moda o desporto começou a fazer obrigatoriamente parte do quotidiano das pessoas.
Apesar da actividade física, das comidas saudáveis e um maior cuidado com a toilette, a idade era um grande inimigo do corpo. Posto isto começou-se a desenvolver cirurgias plásticas, tratamentos anti-rugas e cosméticos, entre outros, numa tentativa de preservar o corpo.

Elaborado por Ludgero
Um dos temas do nosso estudo - Sexualidade
- Como o sexo era visto na sociedade entre os anos 40, 50 e 60
Durante esses anos, o sexo era algo que ninguém se atrevia a falar muito. Era visto só como algo procriativo.
- As consequências das relações sexuais para a vida do casal e da mulher
Ao longo do tempo, os casais começaram-se a aperceber que a vida conjugal era desgastante e o amor começava a desmoronar-se, devido às abstinências periódicas de relações sexuais e do medo constante da mulher engravidar
- Surgimento da pílula e como esta era encarada
O medo das mulheres de engravidar e a ocorrência de inúmeros casos de infanticídio e abortos ilegais, levou ao surgimento do método contraceptivo a pílula. Ao início este método era visto como algo que iria transformar a vida amorosa do casal, sendo vista assim como uma vida de alívio sexual e obsessiva pelo sexo, quase como uma prostituição legalizada. Como é claro, estas ideias acabaram por não serem ouvidas e a pílula foi comercializada até aos dias de hoje
-Liberalização do tema da sexualidade e a liberdade feminina
Depois de a pílula ter sido comercializada, notou-se que o tema da sexualidade começou a libertar-se mais e a ser mais falado. Alem disso, a mulher, que sempre foi visto como o sexo fraco, lutou cada vez mais pela sua liberdade e igualdade de valores, tornando-se uma mulher mais autónoma e menos tradicional.
- O porquê de neste trabalho ter sido mais abordado o sexo feminino
Como já foi referido, a mulher era vista como o sexo fraco, e infelizmente ainda é vista como tal. Contudo o tema da sexualidade afectava sempre mais a mulher do que o homem, devido aos medos de estas engravidarem e por serem as mulheres que tinham a tarefa total de educar os filhos. Com as várias revoluções neste tema da sexualidade, a mulher foi a que mais lutou nesse assunto, daí o destacamento nesta pesquisa do sexo feminino.
Elaborado por Ana Patrícia
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Actividades escolhidas para a dinamização

quarta-feira, 5 de maio de 2010
Universidades e Academias para Idosos
- Academia da cultura e Cooperação (Lisboa);
- Academia de Cultura e Cooperação - Universidade Sénior de Stª Maria da Feira;
- Associação de Cultura e Ensino de espinho - Universidade Sénior de Espinho);
- ACentro de Convívio dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Braga;
- UNIATI - Universidade da Amadora para a Terceira Idade:
- Universidade Douro Sénior do Porto;
- UTI - Universidade de Lisboa para a Terceira Idade;
- Universidade Minhota do autodidacta para a Terceira Idade;
- Centro de Convívio para a Universidade Minhota do autodidacta e da Terceira Idade;
- Centro Cultural Regional de Vila real - Universidade da Terceira Idade;
Projecto "Avósnanet"
Visita à Casa de Repouso de Faro
A caminho da instituição estávamos todos muito nervosos pois não sabíamos a maneira que iríamos ser recebidos, tanto mais que a responsável que nos tinha recebido na nossa visita anterior encontrava-se de férias. Pensámos que o facto de ela estar ausente iria tornar a nossa interacção com os idosos um pouco constrangedora, no entanto foi completamente o contrário do esperado, pois ficámos mais “livres” e conseguimos estabelecer uma relação com todos eles.
Na nossa opinião esta relação estabelecida entre o grupo e eles foi muito importante porque inicialmente todos se encontravam um pouco intimidados com a nossa presença mas à medida que o tempo passou começaram a ficar mais desinibidos e a comunicar muito mais connosco.
Os jogos que foram escolhidos para os idosos desenvolverem revelaram-se ser divertidos e, por isso acabaram também por ser estimulantes. No final até houve alguns idosos que, por iniciativa própria, quiseram repetir alguns jogos.
Demos também alguma importância ao facto de duas senhoras inicialmente não se quererem juntar a nós, mas que com o desenrolar do tempo e dos jogos acabaram por se render e juntaram-se ao grupo, revelando serem muito participativas. O nosso grupo ficou contente com esta situação pois conseguimos cativar alguém que não se queria envolver connosco.
Neste grupo de catorze pessoas lidámos com idosos bastante diferentes, contribuímos para a alegria de todos eles e ajudamos também nas fraquezas de cada um dando-lhes ânimo. Esta situação ocorreu mais intensamente na parte final da nossa visita, onde cada idoso fez aquilo que lhe apeteceu e onde pudemos falar com eles individualmente, ouvindo as suas experiências.
Em suma, esta visita foi bastante importante quer para eles, quer para nós pois nós aprendemos bastante com eles esta manhã e eles de certeza que se divertiram também bastante connosco.
A melhor frase para acabar esta apreciação foi uma frase dita por uma senhora…
“Voltem para a semana”







